Prosa e poesia
Poesia me ria da tua prosa
tão eloquente, crente de sí
do que viu, do que fez
poesia me ria da tua prosa
que sem a razão se desfez
poesia ne rua da tua prosa
tão cheia de insensatez
pois do que não te ri a alma
a prosa se desfez
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
era uma sexta feira
como outra qualquer
e eu aqui como quem nada quer
mas muito querendo
te quero por perto
cada vez mais dentro
como outra qualquer
e eu aqui como quem nada quer
mas muito querendo
te quero por perto
cada vez mais dentro
te encontro de braços abertos
correndo de encontro a mim
e aí que me perco sem fim
e me pego te querendo
cada vez mais, perto
cada vez mais dentro de mim
se é que é possível ficar tão perto assim
correndo de encontro a mim
e aí que me perco sem fim
e me pego te querendo
cada vez mais, perto
cada vez mais dentro de mim
se é que é possível ficar tão perto assim
fui escrever aqui um pouco de mim
só que me perdi
pois não sei me definir, não sei medir
não sei ver em mim , o que vejo em ti
meu reflexo no espelho
é ligeiro , me foge à percepção
não tenho vocação ou dom
me sinto vazio e as vezes preenchido
já me senti sozinho, carecendo de um amigo
já fui mais novo, hoje sou mais presente
mais presente em mente e em gente
sou mais humano, mais acabado
mais maduro , mais bem trabalhado
sou passado e presente
aquilo que se sente
só que me perdi
pois não sei me definir, não sei medir
não sei ver em mim , o que vejo em ti
meu reflexo no espelho
é ligeiro , me foge à percepção
não tenho vocação ou dom
me sinto vazio e as vezes preenchido
já me senti sozinho, carecendo de um amigo
já fui mais novo, hoje sou mais presente
mais presente em mente e em gente
sou mais humano, mais acabado
mais maduro , mais bem trabalhado
sou passado e presente
aquilo que se sente
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